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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Numerologia Tântrica

Numerologia Tântrica
Coluna: NUMEROLOGIA
Autor: Mariane Ambrosio
Tantra significa, literalmente, um instrumento de expansão. A palavra tan é traduzida como “expansão” e tra significa “instrumento”. Com o objetivo de harmonizar as energias da vida e solucionar contradições e conflitos, o Tantra, além de proporcionar o incrível prazer de experimentar a vida como um fluxo intenso de energia, fornece instrumentos para expandir as fronteiras da consciência.

Alguns estudiosos afirmam que as raízes do Tantra então em algum lugar da pré-história das religiões da Índia; hinduismo, budismo.

Trata-se de uma filosofia de comportamento nascida entre os drávidas há 5 mil anos, cuja sociedade e cultura eram matriarcais, sensoriais e desrepressoras. Aliás, eles passaram para a história como um povo tântrico, que reverenciavam mulheres e deusas.


O Tantra, que nos últimos anos vem se tornando cada vez mais popular no mundo ocidental, é um caminho oriental de desenvolvimento pessoal e ensina que a energia sexual do relacionamento amoroso pode ser usada para transformar a paixão em estados mais elevados de consciência.

Através do Tantra podemos encontrar novas fontes de prazer, aumentando assim o desejo pela vida. Além disso, aprendemos a usar a meditação, a visualização e a fantasia para melhorar a confiança sexual e emocional, o que nos leva a aprofundar significativamente o relacionamento afetivo com o(a) nosso(a) companheiro(a).

Considerando a maravilhosa prática do Tantra, podemos concluir que os drávidas eram muito felizes. Mas, um dia a Índia começou a ser invadida por hordas de sub-bárbaros guerreiros, os áryas ou arianos que, por motivos óbvios, não conseguiram aceitar a supremacia da mulher que freava, de certa forma, sua liberdade e impulsos belicosos. Anti-sensoriais e contra as mulheres, os arianos reprimiam os prazeres, pois achavam que estes os tornariam acomodados.

Resultado, tornaram-se repressores e, quando ocuparam a Índia há 3.500 anos, escravizaram os drávidas e impuseram-lhes a cultura brahmácharya (patriarcal, anti-sensorial e repressora), proibindo-lhes, portanto, exercer a cultura tântrica (matriarcal, sensorial e desrepressora) por ser oposta ao regime vigente.

Quem praticasse o Tantra e reverenciasse a mulher, ou divindades femininas, seria acusado de subversão e traição. Como tal, seria perseguido, preso e torturado até a morte.

Dessa forma, com a sua proibição por razões culturais, raciais e políticas, o Tantra se tornou uma tradição secreta. Continua assim até hoje, pois continuamos vivendo num mundo marcantemente brahmácharya, não apenas na Índia, mas na maior parte das nações. Mencionamos razões raciais porque, ao invadir a Índia, os arianos eram louros, enquanto os drávidas tinham pele escura e cabelos pretos.


O mapa tântrico da energia

A chave para a compreensão do Tantra é entender que temos um corpo físico e um corpo energético. Este último anima e permeia o corpo físico. Assim, o sexo é um encontro de energias, uma reunião dos corpos físico e energético. O Tantra visualiza nossa usina de energia como a serpente Kundalini, que permanece enroscada na base da coluna, à espera de ser despertada e conduzida aos vários centros de energia do corpo, até a coroa, no alto da cabeça.


Mas, você sabe o que é Kundalini?

Kundalini é, digamos, o nervo da alma. É a mais elevada energia do infinito, enroscada e dinâmica na base da espinha humana, onde é feito o contato entre a infinita energia criativa divina e a finita energia sexual física.

Enquanto encarnada em forma física, a grande massa de energia Kundalini presa no chakra da raiz (um dos sete chackras ou centros de força estabelecidos em vários pontos ao longo da coluna espinal, compostos de substância etérea), deve ser liberada para viajar através de sushumna (canal nervoso central que perfura a medula espinal, fluindo para cima da base da espinha para aparentemente terminar na área do Terceiro Olho, chackra das sobrancelhas, que se localiza no centro do cérebro e envolve as glândulas pituitária e pineal, também chamado de olho da alma) para cima, em cheio para o centro do cérebro, o chackra da Coroa.

Estou querendo com esta introdução lembrar-lhes que o tesão da vida também esta sob nossa responsabilidade e que cabe a cada um independente de credo, raça , sexo ou cor buscar meios que promovam o equilíbrio e um ser sozinho é capaz de grandes feitos pois para realizar algo grandioso ou generoso retira “forças do útero” ou “do fundo da alma”. Para isso basta ser requisitado... Então não espere ser chamado comece agora a realizar...

* Pela Numerologia Tântrica, nascemos com 10 corpos espirituais. Esses corpos trazem registros e padrões. O nosso trabalho é apagar os registros negativos e caminhar em direção à consciência.

Com essa consciência podemos nos transformar e nos curar. Este método apresenta o estudo da teia (Tantra) dos Números nos vários corpos que formam nossa essência. O propósito é o de possibilitar o conhecimento dos 10 corpos que devem ser desenvolvidos para atingir o 11º Corpo que representa a Iluminação a totalidade e a perfeição.

Com a Numerologia Tântrica, ficamos capacitados a encarar nossas fragilidades, nossos potenciais e nossa consciência humana e assim atingir a elevação espiritual. Somos uma manifestação Divina e precisamos reconhecer esta capacidade utilizando a partir deste conhecimento o serviço Divino.

O estudo dos 11 passos representa uma elevação espiritual e permite um mergulho pessoal para percepção de nosso estágio.


Corpo 1 – O contato com nossa alma e a humildade

O primeiro passo é relacionar-se com sua alma e irradiar vitalidade interna. Promover autoconhecimento equilibrar cabeça e razão com coração e emoção. Nada muda se não estiver em contato com sua alma pois só assim desenvolve a criatividade e a humildade. Acreditar que é merece ser afortunado por ser um belo ser espiritual porque assim Deus o criou. Ser grato a vida, manter alegria, compaixão e ser feliz sentindo a fluência de sua alma.


Corpo 2 - Desejo de pertencer e ter proteção anular o negativo

O segundo passo é sentir grande satisfação em estabelecer relações com qualidade e profundidade permitindo –se ser aceito, e prazer em pertencer a um grupo. Desenvolver a paciência com mente pioneira e obedecer sua própria voz interior, sem atuar por impulsos movido apenas pelo desejo de agradar. É importante perceber com discernimento os riscos das situações mantendo centrando-se. Não fazer nada que vá contra seus princípios. Canalize seu desejo de pertencer a pessoas de consciência elevada numa conexão de alma para alma, em relacionamentos de amor onde possa se sentir seguro proteger o outro e a si mesmo com equilíbrio.


Corpo 3 – Projeção positiva de igualdade e verdade

O terceiro passo é trabalhar firmemente no desenvolvimento da mente positiva e projetiva. Ver só o positivo das coisas e projetar luz, esperança e humor. Saber elevar a si e ao outro. Sorrir muito transmutando as sombras em luz, eliminando a negatividade. Trabalhar com a verdade, sem ilusão, sem manipulação, usar o equilíbrio.


Corpo 4 – Ser mediador e neutro

O quarto passo é enxergar os acontecimentos da vida com uma atitude neutra, com experiência de aprendizado. Compreender que todo e qualquer acontecimento vem para ensinar-lhe algo, e torná-lo mais sábio. A neutralidade é a capacidade de escutar a mente protetora considerando os riscos, sem ilusão e considerar os aspectos positivos. Atuar com neutralidade é ser sábio escutando a voz do eu Superior e deixar ser guiado. A neutralidade nos torna confiantes e serenos diante dos propósitos dos eventos.


Corpo 5 – Auto-suficiência e equilíbrio do corpo físico

O quinto passo é aprender a relacionar-se com o corpo físico e sua energia. Este corpo tem um propósito e existe por quer ser perfeito e concluir o trabalho que veio realizar. Desenvolver resistência onde à organização da energia é primordial desenvolver conhecimentos por onde entra onde é abastecida e quando usá-la ou dividi-la (quanto mais usa mais aumenta). Compreender que cada parte da vida é sagrada e que somente a harmonia e o equilíbrio podem fortalecer este aspecto. Ensinar aos outros com seu exemplo de dedicação e disciplina. Significa também sacrificar seu tempo para beneficio de outros.


Corpo 6 – Arco de Luz - Poder de projeção, justiça e integridade

Sexto passo desenvolver um escudo de proteção contra a negatividade e desenvolver capacidade de projetar para a vida seus anseios, desejos e concretizá-los. Ter noção do poder de criar sua própria realidade, desenvolver um comportamento justo e manter sua palavra. Ser coerente e constante. Manter a ética , a honestidade consigo mesmo e com os outros. Com este corpo desenvolvido o Ser é forte, firme, pleno e brilhante, capaz de desenvolver qualquer situação através do domínio da oração e da meditação.


Corpo 7 – Aura - elevação, segurança e amor

O sétimo corpo é aceitar e amar a si e aos outros. Expandir a aura como ser sagrado que é. Levar sua presença radiante e brilhante a compreensão, a Luz do amor. A aura é o campo eletromagnético que rodeia o corpo, uma aura forte torna o corpo seguro, permitindo ser carinhoso e compassivo. Esta bem só ou em grupo porque desenvolveu a auto-estima. Sua segurança interior, não permite que as influências externas o afetem. Tem a obrigação de elevar-se e elevar, e inspirar os que o rodeiam.


Corpo 8 – Prânico puro e repleto de energia

O oitavo passo é usar a respiração para conectar a infinita energia criadora (o prana) ,que está a nossa disposição o tempo todo. Nesta etapa é preciso vencer os medos, sentir-se protegido e integro. Abrir o coração e expandir. A falta de prana revela um estado crônico de fadiga e muito cansaço que afeta o funcionamento da mente (protetora, positiva e neutra) e o poder de projeção, de tal modo que a pessoa não tem forças para atrair recursos dos quais necessita sempre tendo a sensação de escassez. É imprescindível atrair a abundancia. A enfermidade ocorre quando o prana não pode fluir livremente através do sistema. É necessário vencer o bloqueio para que o fluxo de energia possa ser restabelecido.


Corpo 9 – Corpo Sutil

O nono passo é desenvolver o corpo sutil que nós permite ver o panorama geral de uma situação, através das aparências. Ter profunda compreensão do porquês dos acontecimentos. Ter informação para entender as situações. Ter acesso aos registros Akáshicos (histórico da vida de um espírito)a todos os acontecimentos que adquiriu nas experiências vividas nesta ou em outras vidas. Se o corpo sutil é desenvolvido o suficiente para entrar nestes registros o mistério da vida será substituído por conhecimento que leva a Maestria com sutileza,serenidade e sabedoria em qualquer situação.


Corpo 10 – Corpo Radiante

O décimo passo é potencializar o corpo radiante que nos da uma Esfera de Luz que se estende por todo o nosso corpo. É dourada, brilhante e impenetrável nenhuma negatividade externa pode penetrá-la porque será neutralizada. Quando este corpo esta desenvolvido a pessoa projeta harmonia e graça ao seu redor . Entende que a abundancia é uma expressão do infinito e que nosso desejo de nascimento é viver majestosamente com prosperidade e felicidade. Esta luz se irradia na própria vida e se irradia para o outro, pois minha luz é sua luz. Com essa luz você é seu próprio guia, aprendeu a a controlar o radicalismo. Tem presença magnética e ganha respeito de todos por sua força e determinação.


Corpo 11 – a Totalidade

O décimo primeiro passo é atingirmos um ponto que soma os 10 corpos e chegamos a integração, ao centro de direção, a completa flexibilidade e adaptação a capacidade de elevação. É a conquista da Fênix. O renascer das cinzas e se elevar a Luz . Ter sabedoria de como é jogar o jogo da vida e contatar qualquer parte do seu Ser. A conquista do equilíbrio e da fluência de seus desejos. E elevar-se a capacidade de cooperador do Universo pelo seu próprio Ser manifestar a existência de Deus.

É ser conhecedor da existência dos portais, se conectar com eles. Como por exemplo o Portão 11:11 mas esta é outra história.....

Viva a vida com simplicidade alegria e gratidão, pois o dia, o mês e ano em que nasceu configura o estagio de sua compreensão.

Artigo publicado no Portal MisteriosAntigos.Com: 01/08/2007